Sesc Dramaturgias: Solo Narrativo com Cobaia Cênica

Oficina "Solo Narrativo”, Cobaia Cênica (Rio do Sul)

Sinopse: A Oficina Solo Narrativo é uma atividade teatral que tem como objetivo apresentar e desenvolver, junto aos participantes, as diversas possibilidades de se contar uma história com simplicidade, utilizando como principal ferramenta os recursos do próprio corpo. Através de jogos e dinâmicas de improviso, busca-se estabelecer imagens, sensorialidades, geografias e sonoridades que cada história pode oferecer. Cada participante 

Exposição de longa duração - Sesc Museu de Florianópolis

A projeto expográfico do Museu de Florianópolis, parte da ideia de "Museu de Cidade” e de "Cidade do Museu”, sendo estruturada em módulos com fluxo de visitação livre, cuja narrativa inicia no interior do edifício e se expande para o seu exterior. As diferentes opções temáticas e as variadas soluções expositivas apresentam um circuito equilibrado de experiências. 

Por um lado, tem-se no andar superior uma imersão poética (Módulo 1), fluxos e atravessamentos (Módulo 2) e discussões atuais (Módulo 3). Por outro, tem-se no andar térreo narrativas orais (Módulo 4), história do edifício (Módulo 5) e o trabalho do educativo.

Sesc Musical

Sesc Musical é um projeto que promove concertos didáticos gratuitos para estudantes, aproximando crianças e jovens da música por meio da experiência da escuta sensível. As apresentações, com diversas formações instrumentais, estimulam a percepção sonora, ampliam repertórios culturais e favorecem o encontro com diferentes expressões musicais. 


Em comemoração aos 80 anos do Sesc, o projeto culmina com um concerto especial aberto ao público, celebrando a cultura como instrumento de formação, inspiração e transformação social.

Rede Sesc de Galerias: Exposição "A Forma Como Variável"

"A forma como variável” é um dos desdobramentos da pesquisa sobre a interação entre superfície e o espaço geométrico, da artista visual Mozileide Neri.

Os diferentes campos de cor coexistentes nas obras são referenciados pelas ideias de sobreposição de camadas cromáticas e a criação de elementos regulares e formas
irregulares. A pesquisa foi fundamentada a partir de alguns trabalhos e estudos das artistas Maria Leontina, Lygia Clark e Lygia Pape.

A exposição é composta por colagens sobre papel e obras táteis, todas em pequenos formatos, sintetizam as motivações da artista sobre a poética da arte abstrata
geométrica e o reaproveitamento de materiais. Todas as obras foram produzidas com a reutilização das cores de diversas embalagens de produtos industrializados. As
fichas técnicas e o texto curatorial estão com fonte ampliada e braille. Um conjunto de obras multissensoriais estão disponíveis à experiência tátil de todos os públicos,
pessoas com e sem deficiência visual.

A partir dos estudos sobre recursos de acessibilidade cultural, foram produzidas 10 obras táteis multissensoriais que possibilitam a experiência do toque. Os trabalhos apresentam superfícies de diversas texturas, sons, cheiros e cores, construídas para a interação sensorial de todos os públicos, pessoas sem e com deficiência visual. Todas têm ficha técnica com fonte ampliada e braille.

Sobre a artista:
Mozileide Neri reside na zona norte da cidade do Rio de Janeiro. É poeta, contista, artista visual, especialista em Linguagens artísticas, cultura e educação, graduada em Produção cultural, ambos
pelo IFRJ/Campus Nilópolis. Atualmente é graduanda em museologia pela UNIRIO. Frequentou a Escola de Artes Visuais do Parque Lage como bolsista. É autora dos livros de poesia "Azul
alaranjado” pela Luva Editora (RJ/2021) e "Amarelo” pela Editora Libertinagem (2022/SP) e "Cinza, vermelho e magenta” pela Editora Urutau (SP/2023). Concluiu o curso EAD de curadoria, arte
educação e expografia no Centro de Formação Artística e Tecnológica da Fundação Clóvis Salgado (MG). Recentemente concluiu o curso EAD de formação inicial e continuada "Diversidade e
educação inclusiva”, no IFB/Campus Brasília. Mozileide Neri participa de coletivas e individuais por todas as regiões brasileiras através de editais de arte. Fora do Brasil, participou das exposições
coletivas "The Inner Eye” na Gallert Gold, em Kolkata (Índia), "Biennale Internazionale d'Arte di Piccolo Formato” da Galleria dell'Associazione Culturale e Museo Galería de Arte Nabila Fluxus, em
Vila Verdi (Itália), "Prendre Corps – Tomar corpo” no Centre Culturel Du Brésil, em Paris (FRA). Seu trabalho está presente em diversas linguagens, sua investigação se desenvolve a partir de estudos
de novos suportes, abordando questões como mediação inclusiva e acessibilidade cultural, pesquisa sobre arte geométrica, conceito de retrato e paisagem na arte contemporânea, leitura de imagem e interseções sobre cidade, violência e corpo.

Sonora Brasil: Show Confluências de Gean Ramos Pankararu (PE)

Em 2026, o Sonora Brasil propõe uma escuta dedicada às sonoridades afro e indígenas, reconhecendo nelas não apenas matrizes de origem, mas forças vivas de criação, permanência e reinvenção. A edição Reverberações Afro e Indígenas parte de uma percepção essencial: essas presenças não pertencem apenas ao passado, nem se limitam a referências pontuais na música brasileira. Elas atravessam modos de vida, espiritualidades, paisagens, comunidades, formas de cantar, dançar, tocar, celebrar e narrar o mundo. Esta edição reúne quatro grupos musicais representativos de diferentes regiões do país, compondo uma circulação nacional que se desdobra em apresentações, trocas e ações formativas.


No cruzamento entre a resistência negra e a ancestralidade indígena nasce o show "Confluências". Mais do que um espetáculo musical, o projeto é um manifesto vivo que ecoa as vozes dos territórios Pankararu e a história de união entre dois povos que ajudaram a desenhar a identidade do Brasil.

Sobre o grupo:
Gean Ramos Pankararu é um cantor, compositor, produtor musical, roteirista e articulador cultural brasileiro, natural da Aldeia Pankararu, no município de Jatobá (PE). Com mais de duas décadas de carreira, é reconhecido como um dos precursores da música indígena contemporânea no Brasil.
Sua obra transita entre a ancestralidade do povo Pankararu e gêneros como baião, samba, bossa nova e toré, ritmo tradicional de seu povo. É autor de seis álbuns e vencedor de prêmios como o Festival Edésio Santos da Canção, o São Paulo ExpoSamba e o Prêmio Grão de Música. Também foi indicado ao Indigenous Music Awards (Canadá) e ao Grammy Latino.


Sonora Brasil: Suraras do Tapajós (PA)

Em 2026, o Sonora Brasil propõe uma escuta dedicada às sonoridades afro e indígenas, reconhecendo nelas não apenas matrizes de origem, mas forças vivas de criação, permanência e reinvenção. A edição Reverberações Afro e Indígenas parte de uma percepção essencial: essas presenças não pertencem apenas ao passado, nem se limitam a referências pontuais na música brasileira. Elas atravessam modos de vida, espiritualidades, paisagens, comunidades, formas de cantar, dançar, tocar, celebrar e narrar o mundo. Esta edição reúne quatro grupos musicais representativos de diferentes regiões do país, compondo uma circulação nacional que se desdobra em apresentações, trocas e ações formativas.

Em seu espetáculo, as Suraras apresentam um repertório que mescla canções autorais e clássicos da música paraense, com letras que exaltam a natureza, a força feminina, a ancestralidade indígena e a relação profunda com as águas e a terra. Parte do repertório é cantado em Nheengatu, língua falada por povos do Baixo Tapajós, reforçando o compromisso do grupo com a preservação das línguas e saberes originários. Musicalmente, o grupo executa instrumentos tradicionais do carimbó, como curimbós, maracas feitas de cuia, banjo e violão. Os arranjos vocais seguem a tradição do gênero, com alternância entre solista e coro, criando uma sonoridade potente, ritualística e envolvente.

Sobre o grupo:
Suraras do Tapajós é o primeiro grupo de carimbó formado exclusivamente por mulheres indígenas no Brasil. Originárias de Alter do Chão, em Santarém (PA), território do povo Borari, as Suraras transformam o palco em um espaço de afi rmação cultural, política e estética, onde a música tradicional amazônica se encontra com o protagonismo feminino indígena e a defesa dos territórios da floresta.

Sonora Brasil: Show Ancestral-Futuro com Nderé Oblé (RS)

Em 2026, o Sonora Brasil propõe uma escuta dedicada às sonoridades afro e indígenas, reconhecendo nelas não apenas matrizes de origem, mas forças vivas de criação, permanência e reinvenção. A edição Reverberações Afro e Indígenas parte de uma percepção essencial: essas presenças não pertencem apenas ao passado, nem se limitam a referências pontuais na música brasileira. Elas atravessam modos de vida, espiritualidades, paisagens, comunidades, formas de cantar, dançar, tocar, celebrar e narrar o mundo. Esta edição reúne quatro grupos musicais representativos de diferentes regiões do país, compondo uma circulação nacional que se desdobra em apresentações, trocas e ações formativas.

Ancestral-Futuro é um espetáculo que atravessa tempos, sons e territórios. Em cena, vozes, percussões, cordas e eletrônico se cruzam como rios que voltam à nascente. O repertório reúne canções autorais, poesia e memórias de travessia, tecendo pontes entre oralidade, corpo e tecnologia à percussão e o sample, o vento e o ruído elétrico, o canto e a escuta.

Sobre o grupo:
Nderé Oblé é um projeto musical nascido em Porto Alegre que reúne os trabalhos autorais de Dessa Ferreira (DF), Loua Pacom (Costa do Marfim), Odériê Chayúa (RS) e Dona Conceição (RS). Idealizada pela artista, produtora musical e curadora Dessa Ferreira, a iniciativa nasce dos encontros entre artistas afro-brasileiros, indígenas e imigrantes africanos no Rio Grande do Sul, a partir de uma experiência de deslocamento, escuta e criação que tensiona as narrativas oficiais sobre a identidade cultural do Sul e de todo o Brasil.

Sonora Brasil: Show Salvaguarda com Cabokaji (BA)

Em 2026, o Sonora Brasil propõe uma escuta dedicada às sonoridades afro e indígenas, reconhecendo nelas não apenas matrizes de origem, mas forças vivas de criação, permanência e reinvenção. A edição Reverberações Afro e Indígenas parte de uma percepção essencial: essas presenças não pertencem apenas ao passado, nem se limitam a referências pontuais na música brasileira. Elas atravessam modos de vida, espiritualidades, paisagens, comunidades, formas de cantar, dançar, tocar, celebrar e narrar o mundo. Esta edição reúne quatro grupos musicais representativos de diferentes regiões do país, compondo uma circulação nacional que se desdobra em apresentações, trocas e ações formativas.

 

O show SALVAGUARDA reúne canções que atravessam a trajetória do grupo e novas composições, criando uma experiência que vai além do formato tradicional. Inspirado por encantamentos, forças da floresta e dimensões simbólicas da terra, o show articula referências pindorâmicas e afro-brasileiras com elementos eletrônicos e dançantes.
Em cena, o Cabokaji propõe uma experiência sensorial que combina música e performance, aproximando o público de uma dimensão ritual. Ao mesmo tempo, o trabalho afirma um posicionamento, ao evidenciar a urgência de reparações históricas, sociais e ambientais, e ao reivindicar territorialidade, dignidade e a ruptura de estereótipos.

Sobre o grupo:
Cabokaji é uma plataforma artística da cena contemporânea baiana que cruza música, performance e pensamento a partir das matrizes indígeno-pindorâmica e afro-brasileira. Tendo a figura do Cabôco como referencial simbólico e ritualístico — presente em tradições como o tambor de mina, a umbanda, os candomblés de nação Bantu, Jêje e Kêto, além de outras religiosidades que bebem integralmente de ciências e medicinas nativas de Pindorama — o grupo constrói uma linguagem que conecta espiritualidade/Ancestralidade, território e experimentações sonoras e cênicas.

 

Arte da Palavra 2026 - Circuito Oralidades

As histórias ganham vida quando são compartilhadas pela voz, pelo gesto, pela escuta e pelo encontro. É nesse espírito que o Arte da Palavra – Rede Sesc de Leituras apresenta o Circuito Oralidades, dedicado às múltiplas formas de narrar e preservar saberes por meio da tradição oral.

Nesta edição, o circuito recebe a artista sergipana Thaty Meneses, que conduz uma experiência de contação de histórias inspirada em contos africanos e em narrativas protagonizadas por personagens negros. Com sensibilidade, ludicidade e forte interação com o público, a apresentação valoriza a ancestralidade africana, promove o reconhecimento da diversidade e convida crianças e adultos a mergulharem em histórias repletas de imaginação, afetos e memória.

Ao unir literatura, música, elementos cênicos e participação do público, Thaty Meneses transforma cada encontro em uma celebração da palavra falada, fortalecendo o vínculo entre diferentes gerações e reafirmando a oralidade como patrimônio cultural, espaço de aprendizagem e instrumento de valorização das identidades.

Mais do que contar histórias, o Circuito Oralidades convida o público a ouvir, imaginar, compartilhar e reconhecer, na força das narrativas, caminhos para a construção de uma sociedade mais diversa, inclusiva e sensível.

Sesc Lab Descomplica: Gramática e Redação para Concursos

A preparação para concursos exige conhecimentos sólidos em Língua Portuguesa, especialmente em gramática e produção textual, competências presentes na maioria dos processos seletivos.

Pensando nisso, o Sesc Lab oferece o curso Descomplica: Gramática e Redação para Concursos, voltado a candidatos que desejam aperfeiçoar seus conhecimentos e fortalecer as habilidades exigidas nas provas. Com uma abordagem prática e direcionada, o curso promove o desenvolvimento da interpretação, da escrita e do domínio das principais normas da língua, contribuindo para uma preparação mais qualificada e segura.

Invista na sua formação e prepare-se para os desafios dos concursos com o Sesc.

Arte da Palavra 2026 - Circuito Criação Literária

A escrita é também um espaço de descoberta, experimentação e troca. Pensando nisso, o Arte da Palavra – Rede Sesc de Leituras promove o Circuito Criação Literária, uma série de oficinas de escrita criativa que convida participantes a desenvolverem sua expressão artística, explorarem diferentes possibilidades da linguagem e ampliarem seus repertórios literários.

Voltadas tanto para quem está iniciando sua trajetória na escrita quanto para quem já produz textos e deseja aprofundar seus processos criativos, as oficinas estimulam a leitura, a reflexão e a prática por meio de exercícios, debates e compartilhamento de experiências entre autores e participantes.

Nesta edição, o circuito chega às cidades de Araranguá, Tubarão, Florianópolis, Blumenau e Canoinhas, fortalecendo a formação de novos escritores e escritoras e incentivando a circulação da literatura contemporânea em Santa Catarina.

Mais do que ensinar técnicas, o Circuito Criação Literária propõe um espaço de encontro em que a escrita se torna ferramenta de criação, escuta e invenção, aproximando pessoas por meio da força das palavras.

Arte da Palavra - Circuito Autores 2026

Circuito Autores | Talita Guimarães (MA) e Ana Trigueiro (RN)

O Arte da Palavra – Rede Sesc de Leituras promove um encontro entre duas escritoras que fazem da literatura um espaço de imaginação, memória e formação de leitores. A maranhense Talita Guimarães e a potiguar Ana Trigueiro compartilham trajetórias marcadas pelo compromisso com a escrita, a mediação de leitura e o diálogo com diferentes públicos, especialmente crianças e jovens.

Premiada por sua atuação como agente cultural, Talita Guimarães constrói uma obra que transita entre a literatura infanto-juvenil, as crônicas e a poesia, revelando um olhar atento para o cotidiano, os afetos e as relações humanas. Além da produção literária, desenvolve há quase uma década projetos de incentivo à leitura, aproximando autores e leitores por meio de encontros e ações culturais.

Já Ana Trigueiro cria narrativas que unem aventura, mistério, memória e questões contemporâneas, abordando temas como amizade, identidade, ecologia e tecnologia. Com livros adotados por escolas e presentes em bibliotecas públicas e privadas, sua escrita convida jovens leitores a refletirem sobre o mundo enquanto vivenciam histórias envolventes e cheias de imaginação.

Neste bate-papo, as autoras conversam sobre processos criativos, formação de leitores, os desafios da escrita na contemporaneidade e o papel da literatura na construção de novos olhares sobre a realidade. Um encontro que celebra a potência da palavra como instrumento de criação, encontro e transformação.

Passos Criativos: A Cigarra e a Formiga

Passos Criativos: A Cigarra e a Formiga

"A Cigarra e a Formiga" traz uma abordagem contemporânea e bem-humorada do clássico de Esopo. A história acompanha a Srta. Formiga, filha da Rainha das Formigas, que decide morar sozinha e aluga um formigueiro moderno da ambiciosa Dona Joaninha. Enquanto a Srta. Formiga se dedica freneticamente ao trabalho e ao armazenamento de comida para sobreviver ao rigoroso inverno que se aproxima, ela encontra o Sr. Cigarra, um artista que acredita que a vida deve ser celebrada através da música e da diversão.

A peça aborda de forma educativa e divertida algumas "fake news" do mundo dos insetos, explicando, por exemplo, por que as cigarras deixam suas "cascas" nas árvores e o mito de que cantam para chamar a chuva. O espetáculo promove uma reflexão importante sobre a necessidade de trabalhar e se prevenir para o futuro, mas sem esquecer da importância da arte, do descanso e do entretenimento.
Com diversas cantigas de roda, a peça convida o público a participar e se alegrar com as personagens. É uma obra que ensina sobre responsabilidade e solidariedade, mostrando que, embora o trabalho seja essencial, a vida fica muito mais leve quando há uma trilha sonora para acompanhá-la.

Elenco
Flávia Dreher - Dona Joaninha e Rainha das Formigas
Laura Matos - Srta. Formiga
Dico Paz - Sr. Cigarra

Texto e Adaptação: Fernando Lyra Jr.
Direção: Dico Paz
Codireção: Sandro Maquel
Figurino: André Francisco Dalsegio e Eduarda de Souza
Confecção de Figurino: Regina Furbringer
Cenário: Fábio Marques
Iluminação, Montagem e Operação de Luz: Fabrício Bogas Gastaldi
Músicas: Marco Lorenzo e André Berté
Música original "A Beleza do Sonhar": André Berté
Sonoplastia: Marco Lorenzo e Fábio Marques
Operação de Som: Ivana Brazil
Preparação Vocal: Luiza Mantovani
Designer Gráfico: Dico Paz
Coordenação de Produção: Luiz Naas
Produção: Grupo Armação

Apoio: Renaux View e Teia Fashon Lab 

Projeto Oxigênio: Oficina de Palhaçaria

Oficina "Resgatando a Essência da Brincadeira e do Jogo Sensível" - com Daniel Lucas do Teatro VagaMundo (SC)

A oficina propõe uma vivência prática de autoconhecimento e criação por meio da linguagem do palhaço, convidando participantes a explorarem a espontaneidade, a escuta, a presença e o jogo sensível. A partir de exercícios de improvisação e dinâmicas criativas, serão investigados elementos como comicidade, imaginação, prontidão, tempo cômico, respiração consciente e abertura para o novo.

Voltada a pessoas com ou sem experiência em teatro, a atividade incentiva o resgate da essência do brincar, acolhendo o erro, o risco e a vulnerabilidade como caminhos para uma expressão mais autêntica e criativa. Ao longo do encontro, os participantes serão convidados a desenvolver um olhar mais atento sobre si, sobre o outro e sobre o mundo, ampliando suas possibilidades de criação, comunicação e presença.

Passos Criativos: Boró Bolado

Um show musical meio atrapalhado do palhaço Boró que através de suas canções e gracejos propõe ao público uma viagem pelas sensações e emoções que compõem a aventura humana por esta vida. Mesmo "bolado” por não saber ao certo porque as coisas são como são e nem porque acontecem como acontecem, Boró segue acreditando que pra ele fazer arte ainda é o melhor remédio para tornar sua vida mais leve e harmoniosa.


O Passos Criativos é um projeto do Sesc-SC, em parceria com a Secretaria de Educação de Florianópolis e o Grupo iNerTE, que busca realizar apresentações e mediações artísticas voltadas para a infância, em escolas da rede municipal e no Teatro Sesc Prainha.

Passos Criativos: É o Bicho!

É o Bicho! é um espetáculo musical infantil que traz a biodiversidade da fauna brasileira como tema. A capivara, o calango, a ariranha, o tamanduá e a jaguatirica são os protagonistas do espetáculo que faz uma viagem pelas cinco regiões do país.


O Passos Criativos é um projeto do Sesc-SC, em parceria com a Secretaria de Educação de Florianópolis e o Grupo iNerTE, que busca realizar apresentações e mediações artísticas voltadas para a infância, em escolas da rede municipal e no Teatro Sesc Prainha.

Projeto Oxigênio: Oficina Bonecos Folclóricos

Nessa edição o Projeto Oxigênio apresenta uma oficina de construção de bonecos folclóricos da Cyathus Teatro de Animação, de Nova Veneza/SC. Conheça detalhes da proposta:

  "Da Construção à Vida de um Boneco”

A oficina "Da Construção à Vida de um Boneco” propõe uma imersão prática e criativa no universo do teatro de animação, unindo construção e manipulação de bonecos com possibilidades pedagógicas para a sala de aula. Ao longo dos encontros, os participantes aprendem a criar seus próprios bonecos a partir de materiais acessíveis, explorando formas, expressividade e identidade.

Mais do que construir, a oficina convida a dar vida aos bonecos por meio de princípios básicos de manipulação, presença cênica e jogo dramático. Como eixo temático, são trabalhadas lendas locais, valorizando a cultura da região e incentivando a criação de narrativas que dialoguem com o imaginário dos estudantes.

Voltada especialmente para educadores e interessados nas artes da cena, a proposta busca ampliar ferramentas criativas e pedagógicas, mostrando como o teatro de bonecos pode ser um potente recurso para estimular a imaginação, a oralidade e o vínculo com a cultura popular dentro do ambiente escolar e artístico.


Participações em feiras do livro

As participações do Sesc em feiras do livro integram uma programação cultural voltada à promoção da leitura, da literatura e do acesso à cultura. Por meio de ações que incluem rodas de conversa, oficinas, contação de histórias, mediação de leitura, apresentações artísticas e atividades formativas, o Sesc amplia o diálogo entre escritores, artistas, educadores e o público.

IVColóquio Sesc Arte Educação Mediações Arte Cultura Educação

IV Colóquio Sesc Arte Educação Mediações Arte Cultura Educação

A realização do 4º Colóquio Sesc de Arte Educação: Mediações em Arte, Cultura e Educação demarca a consolidação dos processos formativos artísticos, culturais e educativos por intermédio da parceria entre os Departamentos Regionais de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná e por meio do Projeto Mediações Arte Educação encaminhado pelo Sesc Departamento Nacional.

A edição do 4ª Colóquio Sesc de Arte Educação de 2026 traz o tema das mediações nas áreas dos saberes das artes, culturas e educação com o intuito de compreender as metodologias, didáticas e práticas que fundamentam as ações e processos de mediar na contemporaneidade brasileira no âmbito dos espaços de atuação e das ações artísticas, culturais e educativas para a transformação social e humana. Alguns dos princípios e fundamentos que conduzem os debates e as ações formativas é compreender como se dão: os diálogos e horizontalidades; a inclusão, acessibilidade e diversidade; a educação como pratica integral; os processos e atuação dos mediadores; como se promovem as pontes, conversas, trocas, interpretações; quais os caminhos para a democratização das artes, cultura e educação; quais as ferramentas se tem utilizados para a realização das mediações; em que contexto as mediações tem sido feitas e com quais linguagem observando as áreas das artes cênicas (teatro, dança, circo), artes visuais, música, performances, museus, artes tradicionais populares, galerias, espaços públicos e territórios multidisciplinares.

Para isso, as mediações são apresentadas como processos metodológicos que geram interseções e transversalidades, interligando práticas educativas, artísticas e culturais para aproximar o público das obras de artes, saberes e manifestações culturais, estimulando o pensar crítico, a formação humana, a cidadania, a inclusão com acessibilidade, a democratização, o fomento das experiências estéticas e de fruição. As mediações atuam construção de conexões e vínculos entre o público e as obras de artes ou entre os bens culturais (materiais e imateriais), museus e demais espaços dos saberes com o intuito de tornar a experiência mais acessível, significativa, reflexiva e possibilitando a apreciação crítica pelo público.

Com a realização do Colóquio Sesc Arte Educação busca-se ampliar o diálogo sobre as práticas, as metodologias e as didáticas das mediações vinculadas aos processos de formação e desenvolvimento humano nos diferentes contextos e territórios brasileiros. O Colóquio se constitui como práticas de mediação, de democratização e de acessibilidade dos saberes, com o propósito de ampliar os espaços de acesso à formação, informação e ações dialógicas, sendo uma atividade fundamentalmente importante do Sesc para a formação continuada de arte educadores, artistas sociais, professores, educadores sociais, agentes culturais, mediadores, pesquisadores e profissionais que atuam nas Escolas Sesc, Sistema de Educação Pública e Privada, na Educação Comunitária; Educação Indígena, Educação Quilombola, Espaços Socioeducativos. Além de abarcar os diferentes públicos, o colóquio abre dialogo tratando das diferentes linguagens artísticas em processos culturais e educativas.

A programação do 4ª Colóquio Sesc Arte Educação acontecerá no modo on-line, nos dias 15, 16 e 17 de setembro de 2026 por meio da plataforma Even3.

Julho Verde

A campanha Julho Verde é um importante movimento de saúde pública voltado à conscientização sobre o câncer de cabeça e pescoço, com foco na prevenção, no diagnóstico precoce e na disseminação de informação de qualidade para a população. Seu principal objetivo é alertar sobre a importância de reconhecer os sinais iniciais da doença e incentivar a adoção de hábitos de vida mais saudáveis, um cuidado fundamental, especialmente considerando que muitos casos ainda são diagnosticados em estágios avançados, o que pode dificultar o tratamento e reduzir as chances de cura.

Além disso, a campanha chama a atenção para sintomas que frequentemente passam despercebidos ou são negligenciados, como feridas na boca que não cicatrizam, rouquidão persistente e alterações na deglutição. Nesse sentido, o Julho Verde reforça pilares essenciais, como a importância da prevenção, o impacto positivo do diagnóstico precoce no sucesso do tratamento e o papel da informação como uma ferramenta poderosa para salvar vidas.

Ao promover orientação e conscientização, a campanha também contribui para reduzir o preconceito e o desconhecimento sobre a doença, ao mesmo tempo em que estimula o autocuidado e a busca por acompanhamento regular com profissionais de saúde.

CineSesc: Seu Cavalcanti

Seu Cavalcanti
(Brasil, 2024, 78min) - Direção: Leonardo Lacca

Classificação indicativa: 12 anos

Seu Cavalcanti tem noventa e tantos anos e uma saúde de ferro. Depois de enfrentar uma contrariedade que o desafia profundamente, embarcamos na sua aventura em busca de reconquistar sua independência e seu prestígio na sociedade.

Mundo das Crianças: Show com Tiquequê

O projeto Mundo das Crianças promove a circulação de espetáculos musicais infantis por Santa Catarina, ampliando o acesso à cultura e incentivando o contato das crianças com a música de forma lúdica e criativa.

Nesta edição, o público recebe o grupo Tiquequê, referência nacional no universo infantil há mais de 20 anos. Com músicas autorais, brincadeiras, percussão corporal, experimentação sonora e muita interação, o espetáculo convida crianças e famílias para uma experiência divertida, participativa e cheia de imaginação.

Projeto Oxigênio: Blumenau Plural

Projeto Oxigênio: Blumenau Plural

O projeto Oxigênio: Blumenau Plural propõe a realização de três oficinas artístico-culturais gratuitas voltadas à comunidade de Blumenau, contemplando diferentes linguagens da cultura urbana e da música: Musicalização, Hip Hop e Samba, totalizando 30 horas de atividades formativas.

A iniciativa busca ampliar o acesso à cultura, promover a valorização da diversidade cultural presente no município e estimular a participação cidadã por meio de experiências artísticas coletivas.
As oficinas proporcionarão espaços de criação, expressão e convivência, evidenciando que Blumenau é uma cidade plural, composta por diferentes tradições, histórias, territórios e manifestações culturais. 

Bienal Internacional do Livro de Jaraguá do Sul

O Sesc-SC é parceiro da 2ª Bienal Internacional do Livro de Jaraguá do Sul que acontece entre 06 e 16 de agosto no Centro Cultural Scar e Cejas.

Reunindo escritores brasileiros e estrangeiros, filósofos, pesquisadores, artistas e leitores, o evento propõe uma programação dedicada às relações entre criação literária, sociedade e conhecimento, consolidando-se como um dos principais encontros literários do Sul do Brasil.

Com o tema "Literatura e Sociedade: cidade, criatividade e conhecimento”, a Bienal parte das reflexões do crítico literário Antonio Candido, para quem a literatura constitui um direito fundamental e uma forma de compreender e transformar a realidade. A partir dessa perspectiva, o festival convida o público a discutir questões que atravessam a vida contemporânea — das transformações provocadas pela inteligência artificial às relações entre cidade, natureza, moda, comportamento e felicidade.

Durante a programação o Sesc vai realizar 3 mesas com distribuição gratuita de livros.

A programação completa está disponível em: https://www.bienaljaragua.com.br/

Sábado 08/08

19h [Pequeno Teatro] "Biblioteca Inquieta: a poesia tem de ir aonde a gente está" bate-papo e lançamento da coletânea com a poeta Mar Becker e com o curador Fernando Boppré: com distribuição gratuita de exemplares da coletânea com textos de 25 poetas que participaram da residência literária nas Bibliotecas do Sesc-SC.

Domingo 09/08

15h30 [espaço CineScar] "Cuca, café e histórias: escrever e traduzir para crianças" conversa com escritor e ilustrador Guilherme Karsten e a escritora e pesquisadora Dirce Waltrick do Amarante sobre os desafios e as liberdades de fazer literatura para os pequenos. Entre o traço e a palavra, entre o original e a tradução, a conversa investiga o que a literatura infantil exige de quem a cria: rigor, jogo, escuta e uma certa recusa em crescer demais.

17h30 [espaço CineScar] "A queda de Ícaro - narrativa vencedora da categoria Juvenil do Prêmio Literário Sesc Criança" bate-papo com Bruno Ricardo Guessner (Jaraguá do Sul-SC) e Diogo Medeiros (Palhoça-SC) mediação com a bibliotecária Denise da Rocha Luz, com distribuição e sessão de autógrafos de 100 exemplares do livro.

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